sexta-feira, 23 de abril de 2010

Varanda

Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek – Brasília. Pouco mais de nove da noite. O vôo estava em seu horário. A ansiedade me corrói. Olho para o telão próximo ao local de desembarque: Vôo 2360 – Congonhas : Desembarque (Dom. 4). Era isso! Tinha acabado de chegar. A taquicardia descontrolou de vez. Fiquei excitado só de pensar como seriam os próximos dias. Hotel Naoum Plaza. Suíte com banheira e vista para todo o centro da Capital Federal, o local perfeito para tudo.

É ela. Com uma única mala, ela adentra o saguão de desembarque. Pequena bolsa ao ombro. Vestido tomara que caia preto, salto médio. Linda, indescritivelmente linda. Cabelo Chanel, preto e liso. Uma cara mais ansiosa do que a minha. Impossível controlar as emoções a partir daqui.

Olho no olho; não consegui nem dizer um “fez boa viagem?”, ela não conseguiu nem dizer “sempre esperei por este momento...”; afoitos, estávamos emudecidos e doidos para iniciar tudo o que tínhamos planejado para o feriado. Paguei o estacionamento e entramos no meu carro. Fui direto para o hotel onde tinha feito reservas no restaurante japonês. Claro, a comida deveria ser leve, para desfrutarmos de uma noite picante.

A conversa no carro foi leve. Perguntou o que era o quê durante o trajeto, se maravilhou com as curvas, e a arquitetura de tudo aqui. Depois de quase 15 minutos, estávamos parando na frente do hotel, e subimos ao restaurante. A vista é incrível daquele lugar. Olhei para tudo e pensei: “na sacada do quarto vai ser excitante”. O peixe estava ótimo, e o saquê também. Refeição feita; fomos para o quarto. E ainda no elevador sussurrou ao meu ouvido: “Estou sem calcinha, doidinha pra te chupar seu safado...”

Olhei no fundo dos olhos como se lhe dissesse: “você vai gozar mais do que imagina esta noite!”, e com uma retribuição demos um longo beijo até que o elevador parou em nosso andar. Chegamos ao apartamento rapidamente. Abri a porta sem perder tempo, mais um beijo longo e ela já avançava nas minhas calças. Abaixou-se ao abrir o botão, mas puxei-a para cima. Agarrei sua bunda para que ficasse no meu colo. Entrelaçou os braços no meu pescoço e continuou a me beijar. Cruzou as pernas nas minhas costas. Com ela no colo, caminhei em direção a mesa. Tinha que ser ali. Sentou e me puxou forte, beijos cada vez mais ardentes. Levei minha mão por dentro do vestido e toquei sei grelinho com calma, e ouvi um gemido doce e excitante.

Senti sua boceta molhar. Ela terminou de abrir minhas calças, e então eu mesmo fiz questão de abaixar-las e tirar a cueca; quando me levantei ela rasgou a camiseta que vestia, uma sem estampa que seria ideal para o momento – queria que fosse assim: ela voraz e violenta, tal qual como estava! Não toquei em seu vestido! Queria ela daquele jeito, pra aguçar mais meus sentidos. Mas o que queria mesmo era meter com força e sentir sua boceta contraindo no meu pau até que gozasse comigo! Abri suas pernas e comecei a penetrar com força! Gemia alto e puxava os cabelos da minha nuca. Segurei sua bunda para penetrar mais fundo! Levantou as pernas mais alto, e então meti com mais desejo!

Agarrou no pescoço com mais força, e puxou-me para si. Senti sua boceta apertando e as pernas tremendo. Gozou que ficou sem voz, nem um gemido saiu. Achei ótimo. Agora era pra levar pra cama. Tirei seu vestido ainda em cima da mesa, e carreguei-a no colo mais uma vez. Coloquei-a na cama e comecei a chupar seu grelinho! Mordia sua virilha e chupava sua bocetinha com muito tesão, olhava para ela e via seu corpo se contorcer! Enquanto chupava, levei as mãos em teus seios e segurei firme.  Gemeu como se pedisse mais! E eu lhe dei mais. Coloquei-a de quatro e penetrei com muita força, puxei seus cabelos e mordi seu pescoço, e metia com mais força a cada momento. Estava tão molhada que a penetração era perfeita.

Parei por um instante. Pensei em algo extremamente louco (acreditem: loucura é comigo mesmo!), levei-a daquele jeito para a varanda. Somente alguém que olhasse para o alto do prédio veria o alto mais pervertido do centro da cidade. Fiz com que apoiasse os braços no parapeito, de costas olhou pra mim:

- Você é mais safado do que imaginei. Estou sem fôlego já.

- Calma gostosa, é só o primeiro dia.

Segurei a sua cintura e meti com força, já estava segurando o gozo desde a cama. Eu estava com muito tesão! Seu gemido ecoou pelo ar, e chamou atenção de algumas pessoas, mas eu nem liguei! Continuei com muita força. Então gozei. Junto com meu gozo um gemido gostoso e alto dela.

Voltamos para dentro, e ficamos na banheira um bom tempo conversando. Deitamos, e comecei a cochilar quando senti ela chupando meu pau, que imediatamente ficou duro mais uma vez:

- Eu te falei que você não iria dormir...

3 comentários:

Anônimo disse...

isso me dá uma vontade de gozar no seu pau!! gostoso... coonta maissss

Sophya Pepper disse...

uaaaaaaau, que história ... dá até vontade de te conhecer melhor. Gostei dos contos daqui, posso aproveitá-los? (rs)
Beijinhos com gosto de pimenta!!!

Nayra disse...

Adoreeeeeeeeei !