Comunicação rápida sempre gera facilidade em qualquer ramo que você atue. No meu caso, somente clientes antigas podem mandar SMS. E isso as vezes, me instigava mais a trabalhar.
“ ‘P’ preciso d vc hj. Sabe onde é meu escritório! Às 14hs. Sem atrasos. Algemas e chicote. Ni”
Centro. Como toda quarta-feira, parecia um gigantesco formigueiro: trânsito, pessoas correndo pelas calçadas, policiais fazendo ronda, camelôs, de tudo um pouco. Mas era preciso ir até aquele lugar. Dra. Nicole, advogada renomada aqui na cidade, defendera vários políticos envolvidos em corrupção, diante da sociedade uma dama refinada, elegante e autoritária. Na cama? Uma depravada insaciável. Do tipo de mulher que você olha na cara dela e está escrito: “puta depravadamente safada!”, mas nenhuma atitude dela demonstraria isso.
Seu escritório era imponente diante de tantos outros na região. Estagiários se matavam para conseguir vaga ali. Deveria ser discreto, todo meu trabalho daquela tarde seria feito no próprio escritório provavelmente. Paciência e calma de um monge deveriam me ajudar! Fico excitado de pensar em um lugar muito movimentado para que eu exerça minha profissão.
Coloquei um terno riscado, camisa rosa e uma gravata preta. Não iria chover com certeza; o sol estava de matar. Mas taxi, nem pensar. Peguei uma pequena pasta, a qual guardava meu notebook para disfarçar ao entrar no escritório. Fui de moto mesmo, cruzei avenidas mais largas à 160 km/h. Sob meu corpo, 185 cavalos de potência, uma moto de mil cilindradas que chamaria a atenção na rua. Somente na rua. Estacionei em outro prédio, passei a chave no cadeado, tranquei também o capacete e saí com a pasta na mão. Chegando ao escritório uma bela recepcionista me atendeu:
- Tenho hora marcada com a Dra. Nicole.
- O nome do senhor?
Puta que me pariu de quatro. Ela não sabia meu nome me chamava apenas de P. Antes que eu pudesse pensar em algo:
- Sr. Peter de Andrade e Bragança! Que bom que o senhor veio ao meu encontro.
- Dra. Nicole.
“Perfeito!” Já estávamos a caminho da sala dela quando falei ao seu ouvido:
- Peter de Andrade e Bragança? Ahahah! Muito bom este disfarce.
- Sei que você é pontual por isso já estava ali por perto. Trouxe o que eu pedi?
- Quem manda aqui sou eu! Você já pediu demais por hoje.
A cara que ele me fez ao escutar isso dizia duas coisas: “ele vai acabar comigo; e vai fazer isso do jeito q mais gosto”. Vestia um terninho claro, meia-calça escura e um salto. Seus cabelos loiros e cacheados estavam presos feito um coque. A calça marcava a calcinha. “Minúscula... perfeita!”
- Entre, esta é a minha sala, e tem uma parte dela com isolamento acústico completo. Ninguém irá nos atrapalhar
“Assim eu espero!”. Uma requintada biblioteca ficava na sala principal. Um ar de escritório do século 19, sei lá. Parecia antigo pelos móveis e pintura. Adentrei a sala de reunião. Impecável. Uma mesa grande e dois sofás de canto. Era uma saleta de fundo com vista para a Avenida Principal. Vidro espelhado, anti-ruído. Realmente deveria ser aprova de som, as portas eram bem grossas! “Deve ser aqui que ela toma as decisões dos casos políticos mais cabeludos”.
Apesar de ser ligeiramente mais velha do que eu – como todas as minhas clientes – estava perfeitamente em forma. Muito gostosa, fora o silicone nos seios, as pernas eram a perfeição diante dos meus olhos. Porta fechada, hora de fazê-la sofrer. “No bom sentido, é claro.”
Apoiou as mãos na mesa como se esperasse minha chegada por trás. Abracei-a puxando seus braços e erguendo seu corpo. Mordi o pescoço enquanto ela recostava a cabeça ao meu ombro. Corri minhas mãos por seu corpo enquanto a beijava ainda de costas pra mim. De súbito parou e pôs-se a falar ao telefone.
- Estou em minha sala de reuniões particulares. É um cliente muito importante e não quero ser interrompida.
A voz da outra linha pareceu acatar claramente as ordens. De imediato tirei meu blazer e gravata. Ela foi se despindo aos poucos e então percebi o que me aguardava. A meia-calça escura era parte de um conjunto cinta-liga e corpete. Fiquei excitado de imediato. Era uma das minhas fantasias prediletas: corpete e cinta-liga. Um detalhe instigava ainda mais para aquela mulher: sua tatuagem na região do cóccix, um tribal simétrico com uma rosa perfeitamente encaixada ao centro. Despi-me ficando vestido apenas com a cueca preta, boxer, tradicional; demos um longo beijo. Mordi seus lábios com delicadeza, e então ela cruzou os braços por trás do meu pescoço. Agarrei com força pela bunda e sentei-a a mesa. Puxei uma cadeira e sentei-me a sua frente, abri suas pernas, afastei a calcinha para o lado e comecei a chupar. Passava a língua levemente no grelinho, depois mordia com cuidado. Escutava o seu gemido com gosto! Puxava minha cabeça pelos cabelos, e penetrava minha língua naquela boceta. Ela estava tão molhada que não tinha como resistir, junto com a língua enfiei dois dedos. Senti sua boceta contraindo com muita força, algo que jamais tinha sentido, então olhei para seu rosto: olhos fechados, face voltada para cima. Chupei muito. Senti ela gozar, e suas pernas tremerem.
“É agora!”. Levantei-me beijando sua boca. Ela cravou as unhas nas minhas costas me enchendo de tesão. Peguei-a no colo e levei-a para o sofá mais próximo da janela. Algemei suas mãos a frente do corpo. Mordi-a dos pés à cabeça. Cada beijo que lhe dava – ou mesmo uma mordidinha leve – ela gemia bem gostoso. Com os braços atados pelas algemas senti meu poder de dominação. “Vou me satisfazer e ainda vou ganhar um bônus: deixar-la louca!”. Tirei seu sutiã, mas quis que ela ficasse de calcinha e sinta liga. Chupei seus seios, cheio de vontade, mordia os mamilos e isso lhe despertava cada vez mais desejo. Abaixei a cueca, ficando enfim nu. Deitada sobre o sofá me olhava com uma expressão ansiosa. Abri suas pernas e comecei a penetrar bem devagar. Abriu a boca e fez uma cara de prazer indescritível, mas não conseguiu emitir um só gemido! Me olhava boquiaberta entrando em êxtase. Comecei a meter com mais força, estar por cima ali era perfeito! Sua boceta apertava meu pau como se fosse sua própria mão. Finalmente recuperara o fôlego e voltou a gemer gostoso.
Decidi enlouquecer-la mais um pouco. Fiz com que ela apoiasse as mãos na parte superior do sofá e ficasse praticamente de quatro; na verdade ela estava de joelhos. Penetrei por trás devagarzinho para que sentisse prazer e não dor, uma das mãos segurava seu ombro, e a outra tocava o grelinho encharcado. Ela mordia os próprios lábios de tanto prazer. Metia no cuzinho dela com mais vontade, já estava acostumada e sentia muito prazer naquele momento. Enquanto metia naquele cuzinho apertado, mordia seu pescoço e orelha. Acelerei o ritmo e ela ficou louca! Metia com mais vontade a cada movimento, ela gritava de prazer pedindo cada vez mais.
Mudar é preciso! Penetrei sua bocetinha que parecia estar mais molhada do que nunca, e metia com força, segurando seu ombro e com a outra mão puxando os cabelos. Dei tapas e sua bunda, e isso a deixou excitada. Mais excitada! Mas eu sabia o que ela mais queria. Sentei-a ali mesmo; subi e fiquei em pé – um pé de cada lado de suas coxas – à sua frente, e fiz com que ela colocasse meu pau na boca. Chupava cheia de desejo; colocou tudo pra dentro, até o talo e lambia meu saco. Eu queria gozar. Muito! Masturbei-me durante alguns segundos e gozei na sua boca, parte foi na cara. Ela passou a mão na bochecha, limpando a porra do rosto e chupou os dedos! Safada!
Soltei as algemas. Ela pegou um pequeno chicote da minha pasta e pôs-se a me bater de leve, bem gostoso!
Algemara-me com as mãos pra trás. Beijou meu peito e minha barriga e voltou a me chupar. Agora de mãos livres e eu de mãos presas, o boquete estava veloz, com desejo e força. Estremeci. Senti uma sensação nova. Um formigamento atingiu todo meu corpo e me senti anestesiado com aquela boca no meu pau. O movimento com a cabeça, mãos e língua era tão sincronizado que quase desmaiei. Senti muito tesão. Não resisti! Gozei mais uma vez em sua boca, desta vez meu pau estava completamente em sua boca. Nenhuma gota fora. Ela se fartou com tudo. Subiu, me deu um beijo e pediu que me vestisse. Nos arrumamos; a quantia paga foi mais do que merecia.
- Semana que vem será em um hotel em São Paulo. Quero que você me acompanhe em um evento.
- Avise-me por email. Me organizo.
- Vai seu puto... vá tornar uma vadia outra mulher... pois eu... eu acabei de ser a puta mais vagabunda que já consegui, tenho que me recompor.
Acompanhante de eventos, puto, vadio, garoto de programa... não. Me chame apenas de ‘P’.

2 comentários:
ficou mtoooooooo bom, sempre fico com vontade quando venho aqui...
É, 'P'...
Se você for tão bom quanto o seu texto, então eu sei exatamente do que a Nicolle estava falando.
;)
Obrigada pela visita no blog, espero que você goste.
Baisiers, mon chèr.
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