Um ‘sms’ inesperado fez com que meu celular vibrasse no meio do filme. Era mais uma comédia romântica tosca que eu assistia só pra ver e dar umas risadas. Mas o mal humor reinava em meu dia.
“Oi gato, sei que já está tarde, mas o que acha de me encontrar? Local: Estacionamento do shopping Alvorada. 20 minutos”
Respondi seco com um ‘sim’. Afinal de contas não sabia o que aquela garota procurava em mim.
Um local afastado e cercado de motéis. O tal shopping, de shopping nada tinha: um posto de gasolina, com um prédio atrás (de térreo e um andar), lojas e bares. Uma lotérica e uma padaria bastante movimentada. Cheguei ao local meia hora depois do SMS, desta vez não era uma cliente – aliás tem tempo que não falo das reais clientes aqui né? Foda-se – seria uma garota da faculdade. Por um acaso ela quase descobriu minha profissão, mas eu teria que falar para ela naquela noite, pra evitar qualquer coisa futura do tipo “nossa! Vc ficou com o ‘P’, poxa ele é garoto de programa... bla bla bla...”, eu tinha que tirar o meu da reta.
Linda, cabelos longos, cor do pecado. E que cor do pecado, fazia tempo que uma mulher desse naipe não me dava bola. Olhei pra ela, e já me chamou atenção tudo aquilo que eu já olhava quase todos os dias na faculdade: seios fartos e desenhados, cintura fina, e um bumbum de deixar qualquer modelo capa de revista com inveja. Dois beijos no rosto; trocamos umas palavras e sorrisos.
- O que tem na sacola gata?
- Heineken. Vamos beber?
- Vamos, mas em outro lugar.
Levei-a até meu carro; depois para um motel. Conversamos um pouco, mas fomos às vias de fato, preliminares é pros fracos ahahah. Beijos e carícias fortes; pediu que eu ficasse de pé e que tirasse minha camiseta. Com cuidado e uma cara de safada tirou a roupa que me restava, passou a mão no meu pau bem devagar. Ficou me encarando de baixo com uma cara perversa e tarada; ela estava pronta pra me massacrar, e eu pronto pra deixá-la acabar comigo. Ainda fitando meus olhos e segurando meu pau, devagar começou a chupar. Chupava com vontade e me encarava. De joelhos sobre a cama fazia um movimento vai e volta com a cabeça que me fez gemer. Puxei sua cabeça para que me chupasse mais ainda! Enquanto passava a língua na cabeça do meu pau, fui imaginando tanta coisa q fiz com que parasse. Deitada, penetrei com força, mas não queria apenas ficar no papai-mamãe, e trouxe suas pernas para cima, quase abertura total, segurei com força e metia sem dó; levou as próprias mãos à cabeça, de certo para não perder o juízo, estava louca assim como eu não estava no meu juízo perfeito. Meti dando uma rebolada, de um jeito q meu pau tocasse toda sua boceta.
Mas ela não resistiria por mais tempo, a cerveja que ela havia bebido a deixara solta, e orgasmos surgiriam com mais facilidade do que habitualmente. E assim foi, o orgasmo que assisti foi tão violento que senti um aperto no meu pau dentro de sua boceta, fora o forte abraço que me deu. Mas não parei; o tesão que me dominara aquela noite era diferente; não queria parar um segundo, e por incrível que pareça, atingi um nível de concentração que me fez controlar o prazer, para que eu não gozasse tão depressa. Peguei ela de quatro; fiquei de joelhos metendo enquanto ela, além demonstrar muito tesão me chamava de tudo que é nome que eu adoro. Me chamava de safado e ficava me pedindo pica “com força”. Eu apenas obedeci. Mas ela apenas achava q estava mandando ali. Saí de cima da cama e fiquei de pé e com ela ainda de quatro na cama, penetrei mais uma vez. Ficamos de frente para o espelho e isso aumentou em 100% o tesão descomunal que passava por nós. Eu olhava com cara de safado enquanto metia com força e ela fechava os olhos gemendo gostoso. Mais uma vez ela gozou, mas enquanto ela gozava comecei a meter com mais força, e uma coisa incrível aconteceu, senti seu gozo prolongando e suas pernas bambeando, mas isso só apimentou a transa:- Mete gostoso. Seu gostoso. Com força vai; vai... aaaahhhhhhh...
Não parei. Continuei metendo e ela pedia mais e mais. Mais uma vez ela gozou. Fiquei de cara com tantos orgasmos, mas isso é sempre bom. Significa que a mulher esta ali, e alem de estar gostando entregou o próprio corpo ao prazer carnal mais safado.
Enquanto estava metendo com força dava tapas seguidos em sua bunda, ela parecia cada vez mais excitada com aquilo. Gostava quando eu batia. Um último orgasmo e pediu que eu parasse um pouco para ela poder descansar. Mas eu estava incansável aquela noite e queria mais. Esperei que ela descansasse. Mas a provoquei mais uma vez, e ordenei que ficasse de quatro na cama, na mesma posição. A camisinha não estava colaborando, e ela parecia estar sem lubrificação, então passei um lubrificante intimo que estava sobre uma das mesas do quarto. Penetrei com vontade. E ela rebolava no meu pau. Rebolava sem parar, e eu também não parei de meter. Enfiei meu dedo no seu cuzinho enquanto metia com vontade. Ela gostou pediu mais. Mas não queria dar o cuzinho. Respeitei, afinal de contas era a primeira vez que ela saía comigo.
Mandei ela ficar sentada de frente; na cama. Levantei suas pernas quase naquele estilo “frango assado” * e meti com força sem parar, ela segurou minha bunda com as duas mãos e puxou mais e mais. Não resisti gozei forte, achei que a camisinha tivesse estourado. Mas foi um gozo longo, afinal já estávamos transando há quase uma hora e meia. Deitamos e conversamos sobre o mundo, demos risadas e falamos merdas. Liguei e pedi a conta, ela puxou o cartão de crédito e pagou tudo.
Na saída do motel percebi que, por descuido, havia deixado aberto o zíper da calça; mas antes que eu pudesse pensar em fechar, ela pôs a mão abriu mais ainda minha calça. Meteu a mão no meu pau e começou a me chupar de novo. E fui assim até chegar ao carro dela. Com ela me chupando; quase bati o carro duas vezes. Ao estacionar (carro completamente torto), chupou por mais alguns instantes, e aí não segurei. Enchi sua boca com a minha porra, ela não deixou uma gota sequer cair em outro lugar que não sua garganta. Levantou-se, fechou minha calça, me encarou, e disse:
- Eu sei muito bem que vc é puto. Mas duvido que vc vá cobrar de mim. Gostoso! Até semana que vem gato.
Antes que eu pudesse falar algo ela já tinha saído em seu carro. O que aconteceu na outra semana fica pra um outro post.
*(odeio esse nome, mas não tem como exemplificar melhor)
Um comentário:
Que delícia, adorei seu blog!
Parabéns.
Beijos.
Postar um comentário