sexta-feira, 26 de março de 2010

Aula Produtiva

Um dia normal. Aula na faculdade pela noite. Saí da aula um pouco mais cedo, estava farto das palavras do professor e ele apenas tiraria dúvidas dali pra frente, mas eu ainda não tinha estudado para a prova ainda, resolvi sair. Mal saí da sala e escuto alguém me chamando.

- “P” ?! É você?
- Oi... han... sim sou eu e vc é? (...)
- Ahhh! Eu sei que estou diferente e sabia que não me reconheceria.
- Pois é... mas eu to me lembrando eu acho... do curso de inglês, não?
- Não seu bobo! Lá da escola. Primeiro e segundo anos do ensino médio!
- Nossa! Gabi! Lembrei, mas me desculpa não ter lembrado de primeira, to meio aéreo hoje.

Ficamos vários minutos ali no corredor, relembrando momentos da escola, afinal já havia 5 anos que não nos víamos. E como ela estava espetacularmente maravilhosa. Ela sempre foi magrinha, daquelas que não chamam muito atenção dos homens. Mas estava completamente diferente. O corpo havia mudado, era realmente uma mulher, a Gabizinha que eu conheci na escola tinha sumido. Diante de mim a Gabriela mulher, imponente, linda e sexy! Estava usando um vestido preto, soltinho, quase na altura dos joelhos. Os cabelos estavam longos, quase na cintura, antigamente ela usava pouco abaixo do ombro. Aqueles olhos castanhos continuavam incríveis. Pele branca e cabelos escuros. Ainda estava aquela magrinha, mas os seios estavam fartos.

- Nossa “P” minha vida mudou tanto. Fiz intercâmbio nos EUA, até silicone eu coloquei... blá blá blá...

Era só isso que queria confirmar naquele momento. Dava pra notar! Eu tava com uma vontade incrível de despir-la ali mesmo e beijar todo seu corpo, mas não seria agora que ela daria bola pra mim, ou seria?! Pediu que eu a acompanhasse a ala norte do campus, numa sala afastada onde ela estaria tendo aula de reposição. O que achei estranho é que, na ala norte não é ministrado aulas no período noturno, mas a acompanhei. O professor estava apenas com uma aluna. Gabi estava tão atrasada que o professor já havia dispensado os alunos e passado um trabalho para entrega em duas semanas. Sentou-se a 1ª cadeira, o professor já estava de saída. Tenho certeza que não havia mais ninguém naquela Ala da facul! PERFEITO! Era o momento. Mas, acreditem, eu sou tímido pra essas coisas assim sem mais nem menos. Não ia dar conta de azarar ela na cara dura. Fomos saindo andando pelos corredores que estavam a meia luz. Deserto. Sem mais nem menos, quase derrubando meu computador e as coisas dela, puxei de dei-lhe um beijo. Mas eu não me reconheci. Foi um beijo com força, a princípio sem carinho, violento, mas logo ela correspondeu e tudo ficou mais calmo. Olhei para os lados e não havia mais ninguém! Incrível! Era meu dia de sorte. Não havia como perceber que estava excitada, seus mamilos ficaram eriçados e não havia como esconder isso sob o vestido. Era a hora!

Puxei-a para o banheiro feminino, nos certificamos de que não haveria mais ninguém por ali. Olhamos um para o outro com aquela cara de “vamos fazer isso aqui?”, mas não hesitamos! Me beijou com força. Segurava a minha bunda, e apertava meu corpo. Eu já estava transbordando de tesão, meu pau já estava duro (e muito). Mordi seu pescoço e orelha, e senti seu arrepio. Puxava meu cabelo com tanta força, que por um instante achei que fosse arrancar tudo. Coloquei-a em cima da pia e continuamos nos beijando. De repente, ela puxou minha camiseta e quase me arranhou. A pia era alta, e ali não faríamos nada. Eu não alcançaria. Trouxe a de volta para o chão e a encostei na parede. Ela suspirava quase gemendo. Ela abriu minha calça com uma das mãos e começou a me masturbar, a outra mão segurava minha bunda, com vontade. Olhei-a no fundo dos olhos, e pensei “é agora gostosa!”. Nem tirei sua calcinha, apenas coquei de lado. Ela entrelaçou os braços por trás do meu pescoço e eu a segurei no colo. Sem esforço algum penetrei com força. Tinha-a encostado a parede, para facilitar. Fiz um movimento vai-vem rápido. Sentia sua boceta contraindo e molhando cada vez mais! Coloquei de pé novamente e a virei de costas, penetrei a boceta com mais tesão ainda. Ela abaixou um pouco o corpo, e se apoiou na parede. Puxei seu cabelo com força, mas a ponto de deixar-la somente com desejo. Senti suas pernas tremerem. Já era a segunda vez que sentia ela gozando.

Mas eu queria mais!

Ela estava tentando recuperar o fôlego quando começou a me chupar. Colocava tudo dentro da boca! Chupava e me masturbava ao mesmo tempo... Interrompi sua chupada, e a coloquei novamente sobre a pia. Então, eu a chupei. Mordia seu grelinho e colocava dois dedos pra dentro, ela estava praticamente gemendo. Ela não resistiu e mais uma vez gozou pra mim. Trouxe-a novamente para meu colo e penetrei mais uma vez. Com força, vontade, e o desejo transbordava. O tesão só aumentava! Gozei, gozei de um jeito incrível, parece quando fazemos algo assim fica marcado pra sempre na nossa vida. Nunca vou esquecer aquela sensação. Olhei pra ela, mordi seus lábios, mas fiquei sem palavras. Ela me olhou, passou a mão no meu rosto me beijou – estávamos com uma respiração ofegante – e baixinho disse:

- Eu quero mais!
- E vc não imagina o quanto mais eu quero! Eu quero!

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