Quarta-feira é um dia que se pede uma cerveja bem gelada. Claro que pede! Pense: quarta-feira, não é o começo da semana nem o fim, é exatamente o meio. Acabou de passar a terça-feira e você ainda está contando dois dias para o merecido fim de semana, por tanto: cerveja gelada pra dentro! Neste dia Paulo e Sandra estavam virados, loucos, excitados. Mas e eu com isso? Bem eu geralmente saio com eles, são meus amigos! O barzinho estava tranqüilo, pouca gente; e uma musica ambiente agradável. Estávamos os três falando besteira. Paulo chegou a cochichar que queria pegar a Sandra de jeito aquele dia, estava insaciável. Aí que vem o problema, ele queria, mas estavam de carona no meu carro. Eis que chega a Taty, sim aquela da pimenta. Eu nem sabia que ela estaria lá. Chegou e falou ao meu ouvido:
- É hoje! Esteja preparado.
Fiquei estático; ameaçadora, mas sexy! Minha vontade era jogar-la em cima da mesa, arrancar suas roupas e deixar-la louca, com todos vendo. Mas calma. Ela já havia me dito q seria muito boa a coisa, então melhor deixar as coisas rolarem. Papo vai, papo vem ... Sandra queria ir pra ‘casa’; entramos no meu carro e fui seguindo. Deveria deixar a Taty, depois os outros. Ah se no caminho não houvesse o “Setor de motéis”. É assim mesmo, aqui em Brasília tem um lugar que existem VÁRIOS motéis uns perto dos outros. E Paulo sempre tem uma idéia ‘maligna’ (ahaha):
- Entra aí nesse próximo que tem uma suíte de dois andares, banheira e tudo mais.
Nunca me dê idéia louca. Loucura é comigo mesmo! Entrei e solicitei a suíte. Entramos. Sandra estava com um ‘carão’, mas era de “puxa que loucura boa”. Taty me olhava com cara de safada. Eu confesso, me excitou uma possibilidade de swing ou algo do gênero, daí eu lembrava que estava com Paulo e Sandra e que isso jamais ocorreria. Bem, o fato é que no zero a zero ninguém sairia daquela noite. Quarto luxuoso; banheira imensa duas camas (detalhe: não conseguimos a suíte de dois andares, mas uma ótima); e tudo mais que um quarto de motel tem direito.
Paulo abriu um champanhe para começarmos a nos soltar, afinal as camas eram lado a lado. Uma taça e meia e as meninas já estavam mais atiçadas. A duas foram ao banheiro, talvez cochichar ou planejar algo, Paulo e eu fizemos um trato: “tudo o que acontecer aqui... fica aqui" por isso esses meus queridos amigos não tem os verdadeiros nome revelados. Eis que elas abrem a porta, não conseguíamos ver-las, e Sandra logo falou:
- Queremos os dois deitados na mesma cama um ao lado do outro, vestindo apenas cueca.
Olhei para Paulo, ele fez uma cara de “topo, topo, por que não?”. Então fizemos o que nos foi pedido.
- Eu quero é isso mesmo!!!
Saíram do banheiro usando apenas toalhas. Estavam com cara de safada, doidas para nos fazer tremer... e acredite... eu tremi. Tiraram as toalhas e taparam os seios, estavam apenas de calcinha (minúsculas, diga-se de passagem). Sandra tomou iniciativa primeiro, subiu em Paulo e começaram um longo beijo. Taty veio para cima mordendo meu corpo, até começarmos um beijo frenético e molhado. Mordia seus lábios e puxava, segurava sua bunda com força, e nessa hora já nem lembrava o casal ao lado. Parei de beijar-la e deitei-a na cama, beijando e mordendo sua barriga, avancei abaixo e comecei a chupar. Chupava aquela boceta com tanto gosto que ela levou as mãos à cabeça, gemia alto e sem parar. Olhei ao lado e vi o contrário: Paulo sentado ao pé da cama, e Sandra colocando tudo pra dentro; chupava-o com vontade e não deixava um centímetro sequer de fora de sua boca. Ele nem abria os olhos, com uma mão apoiava-se na cama a outra puxava Sandra pelos cabelos, e ela ainda conseguia gemer. Eu ainda chupava Taty quando senti gozar pela primeira vez, ela tremeu o corpo, ficou mais molhada e gemeu alto. Agora era hora de virar o jogo, me jogou contra os travesseiros e começou a me chupar, passava a língua na cabeça e logo em seguida fazia aquele movimento pra cima e pra baixo com força. Senti meu corpo adormecer neste momento. Estava em êxtase, mas o melhor ainda estava por vir. As duas pararam de nos chupar ao mesmo tempo, parecia mesmo que estavam combinadas.
Mandaram que deitássemos na cama novamente, e ficássemos ali. Olhei para Paulo e depois olhamos para elas. Gostosas, lindas, e safadas. Taty tirou a calcinha de Sandra, bem devagar nos atiçando ainda mais. Vieram por cima e sentaram. Cada uma a seu modo: rebolava e fazia a penetração com força. Confesso que olhei para Sandra e admirei seu corpo, mas Taty a olhava também... “será que a Taty ta pensando o mesmo que eu?”. Eu estava louco então nada mais dali em diante seria tanta loucura. Fechei os olhos e degustei do prazer daquela rebolada no meu pau. Taty estava louca, gemia tão alto que despertou uma safadeza ‘adormecida’ de Sandra.
Ao mesmo tempo pararam os movimentos. Saíram de cima de nós, e ficaram de joelhos uma de frente pra outra. Eu e meu amigo estávamos sem reação alguma, apenas olhávamos para o que estava acontecendo. Se entre olharam, com calma, a respiração estava ofegante, mas não hesitaram por muito tempo, começaram a se beijar; um beijo carinhoso, ardente, molhado, excitante! Fiquei estático, mas Paulo sentou para olhar mais de perto. As duas se beijavam e se acariciavam; se tocavam. Taty começou a masturbar Sandra enquanto ainda trocavam deliciosos beijos. A coisa estava QUENTE!
Eu não resisti e tomei iniciativa. Cheguei por trás, Taty percebeu e me beijou virando a cabeça, mas sem parar de tocar Sandra. Paulo por sua vez (e já tava demorando) fez o mesmo. Estávamos penetrando com vontade, e as duas se beijavam e se acariciavam; eu já estava completamente louco naquele momento.
Daqui em diante não observei o que ocorreu com Paulo e Sandra.
Coloquei Taty na outra cama, e por cima dela penetrei mais uma vez, agora com muita vontade. Eu estava insaciável! Queria mais! Os movimentos ficaram frenéticos. O gemido dela era mais alto do que o de Sandra; estávamos fazendo com tanto desejo que gozar seria inevitável. Senti sua boceta contrair e seu corpo tremer. Um orgasmo incrível. Gozou e me olhou com uma cara perversa. Olhei-a nos olhos como se disse “agora vou te deixar louca”. Peguei-a no colo e levei até um sofá do quarto. Paulo e Sandra pareciam estar no meio de uma das páginas do Kamasutra, mas eu nem parei para olhar direito.
Coloquei-a de 4 no sofá. Peguei um lubrificante que estava sobre a mesa, e então penetrei por trás. Sem força no inicio para não causar algum tipo de dor. Aos poucos ela pedia mais força e movimento. Coloquei um pouco mais de lubrificante e fiz movimentos rápidos. Ela se tocava enquanto eu segurava forte pela cintura. Eu estava com muito tesão.
- Goza pra mim gostoso... goza na minha bunda safado!
Não resisti ao pedido, já estava segurando um pouco, mas o tesão falou mais alto. Gozei tanto que parecia não acabar. Minhas pernas tremeram. Ela ficou de joelhos (eu ainda estava penetrando), virou a cabeça e mordeu meus lábios.
Paulo e Sandra ainda transaram por um tempo, Taty e eu fomos para a banheira. Quando os dois iam se juntando a nós Taty deu uma sugestão muito safada:
- Que tal um swing? Paulo e eu, Sandra e ‘P’...
Todos se entre olharam, em silêncio absoluto; com as caras mais safadas que cada um poderia fazer...
Mas isso é assunto para um outro post.


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